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Como definir o preço da sua mentoria ou consultoria

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Para definir o preço da sua mentoria ou consultoria, parta do resultado que o cliente compra, e não das suas horas nem do preço do concorrente. Use o mercado só como referência, aumente o valor percebido da entrega e trabalhe com três preços em sequência: validação, ideal e exponencial. E comece certo, pelo produto central, porque subir o preço depois é muito mais difícil.

É o que a Michelle Moratelli ensina na aula de precificação estratégica da Mentoria EPX®, da Plataforma Exponencial®: precificação “não é apenas uma conta matemática”, é construção de percepção de valor. No Método EPX®, o preço faz parte da Estruturação, o E, que vem antes do posicionamento e das vendas.

Qual a diferença entre preço e valor?

A Michelle resume assim: “Preço é número. Valor é percepção.” Valor percebido é o que o cliente enxerga no que você entrega. Quando ele fica abaixo do preço, o cliente acha caro, e por isso a saída para o “está caro” quase nunca é baixar o preço, e sim aumentar o valor percebido. “As pessoas não compram porque é barato. Elas compram porque faz sentido.” Para essa objeção, veja como responder “vou pensar” e “está caro”.

Devo cobrar por hora pela mentoria ou consultoria?

Não. A regra da aula é direta: “Você não precifica com base na sua hora ou na quantidade de módulos. Você precifica com base no resultado gerado.” A Michelle provoca: você venderia um PDF por R$ 10.000? E se ele fosse capaz de gerar R$ 100.000 para o cliente? O cliente não paga pelo PDF, paga pelo resultado, pelo retorno sobre o investimento. Para chegar ao seu número, faça a engenharia reversa:

Posso usar o preço do mercado como referência?

Pode, como referência, e não como teto. Pesquise ofertas parecidas com a sua, anote os valores praticados para cada nível de entrega e entenda o que é baixo, médio e alto no seu nicho. Depois, lembre-se: “você pode começar no mercado, mas não precisa ficar nele.” Quem cobra pelo preço do concorrente acaba competindo por preço, e, como a Michelle diz, “cliente que vem por preço, vai por preço também”.

Como aumentar o valor percebido da sua mentoria?

A Mentoria EPX® usa esta fórmula:

Valor percebido = (Sonho x Percepção de resultado) ÷ (Tempo x Sacrifício)

Quanto maior o sonho e quanto mais o cliente acredita que vai conseguir, maior o valor; quanto mais tempo e sacrifício o resultado exige, menor. Por isso, mostra a aula, quem sonha com um abdômen definido paga muito mais pela cirurgia do que pela academia: o resultado parece mais certo, mais rápido e com menos esforço. Na sua oferta, isso vira ação:

O nível de entrega segue a mesma lógica: eu faço por você (consultoria) é o mais caro, faço com você (mentoria) fica no meio e faça você mesmo (curso gravado) tem o menor preço. Nas palavras da Michelle: “Quem paga mais quer menos. Menos complicação, menos tempo para o resultado e menos esforço.”

Quais são os três preços: validação, ideal e exponencial?

A aula ensina três níveis de preço para o mesmo produto:

  1. Validação: o menor valor que cobre os seus custos e permite entregar com qualidade.
  2. Ideal: o equilíbrio entre o que você deseja receber e o que o cliente aceita pagar.
  3. Exponencial: o valor máximo que você pode praticar com autoridade e resultados validados.

No exemplo da própria aula, com um preço ideal de R$ 2.500, a validação fica na metade, R$ 1.250, e o exponencial é o dobro, R$ 5.000. Você faz de 5 a 10 vendas na validação, sobe para o ideal, faz mais 5 a 10 e sobe de novo. Com autoridade e depoimentos, o exponencial vira a nova base. São números de exemplo, e não uma tabela: o seu preço sai do resultado que você entrega.

Na validação, ajuste a comunicação, recolha depoimentos e melhore a entrega. Como diz a Michelle, “Precificação é viva. E confiança vem com prática.” O erro é ficar ali por tempo demais, vendendo barato. E, quando a agenda lota, subir o preço também é crescer: a Michelle sugere escalar primeiro pelo preço e, só depois de validar a oferta com pelo menos 10 clientes, pela quantidade.

Por onde começar: pela escada de valor ou pelo produto central?

A escada de valor é a jornada de compra progressiva do cliente: do conteúdo gratuito ao produto de entrada, ao produto completo com acompanhamento e, no topo, à entrega mais personalizada. A cada degrau sobem a profundidade, o valor percebido e o ticket médio, mas o método não muda. A Michelle frisa: “A metodologia é a mesma para todos os produtos, o que muda é o nível de profundidade e do seu envolvimento.”

Não crie todos os degraus de uma vez: escolha um único produto central, valide com vendas reais e só depois crie os complementares. Ele “não é necessariamente o mais caro, mas é o mais estratégico”: é a principal forma de entrega do seu método.

E não comece pelo mais barato. Para ela, “Vender barato é um luxo para quem tem duas coisas: ou muita audiência, ou muito dinheiro para investir em tráfego pago.” Na conta da aula, R$ 10.000 por mês com um produto de R$ 100 são mil vendas e mil pessoas para atender todo mês; com um produto de R$ 5.000, bastam duas.

Como usar bônus sem baixar o preço?

Bônus bom não é brinde: é a resposta a uma objeção. A aula de consolidação da oferta pede que você liste de 3 a 5 objeções comuns dos seus clientes e crie um bônus para neutralizar cada uma. Os exemplos da aula:

Prefira poucos e fortes, como a Michelle recomenda: “É melhor ter 2 ou 3 bônus matadores do que 10 medianos.” Dê a cada bônus o valor que você cobraria por ele separadamente e some tudo antes de dizer o preço: assim, o preço soa como uma boa notícia. Na negociação, vale a regra de ouro da Michelle: “Nunca tire do preço, sempre adicione mais valor percebido.”

Por que subir o preço depois é mais difícil do que começar certo?

Porque o preço comunica valor. Preço baixo atrai quem compra por preço e cria a imagem de produto barato, e é essa imagem que trava o aumento. A aula de escada de valor é taxativa: “é muito mais difícil subir o preço depois. Comece certo desde o início.”

A Michelle conta que aprendeu isso na prática: vendeu o primeiro curso barato e passou meses fazendo entrega e suporte sem ganhar nada, a ponto de quase desistir. Vender barato dá o mesmo trabalho que vender caro, muitas vezes mais, e quem compra barato costuma não valorizar nem aplicar.

Começar certo não é começar no preço máximo: é começar pelo produto central, no preço de validação, para poucos clientes e com caminho até o ideal. E evite o desconto frequente, que ensina o cliente a esperar por ele.

Onde aprender a precificar com o Método EPX®?

A precificação estratégica está no pilar Estruturação da Base da Mentoria EPX®, ao lado do produto central, da esteira de produtos e da escada de valor. É a trilha do dono de negócio, para especialistas, profissionais liberais e consultores que querem transformar conhecimento em método próprio e cobrar o que o seu trabalho realmente vale. Começa com um diagnóstico do seu momento, que vira uma trilha personalizada, e segue com encontros ao vivo para analisar o seu caso, aulas práticas e um módulo bônus para transformar o seu método numa mentoria ou consultoria vendável.

Quem conduz é a Michelle Moratelli, criadora do Método EPX®, com quase 30 anos de experiência em vendas e mais de 3.000 pessoas treinadas. A entrada é por aplicação: a equipe conversa sobre o seu momento e vê se a mentoria faz sentido para você agora.

Perguntas frequentes

Quanto cobrar por uma mentoria ou consultoria?

Não existe um número que sirva para todo mundo: o preço sai do resultado que o cliente compra, de quanto ele ganha, economiza ou deixa de perder com a sua entrega. Use o mercado como referência e defina três preços em sequência: validação, ideal e exponencial.

Posso cobrar por hora numa mentoria ou consultoria?

A Mentoria EPX® ensina a não precificar pela hora nem pela quantidade de módulos, e sim pelo resultado gerado. Quem cobra por hora ou pelo preço do concorrente compete por preço; quem cobra pelo resultado sai dessa briga.

O que é o preço de validação?

É o menor valor que cobre os seus custos e permite entregar com qualidade, usado com os primeiros clientes. No exemplo da aula, ele vale para 5 a 10 vendas, e depois o preço sobe para o ideal.

Começar com um preço baixo ajuda a conseguir os primeiros clientes?

Normalmente não: vender barato dá o mesmo trabalho que vender caro, atrai quem compra por preço e torna muito mais difícil subir o preço depois. O caminho que a Michelle Moratelli ensina é começar pelo produto central, no preço de validação, para poucos clientes.

Devo dar desconto para fechar uma mentoria?

A regra de ouro da Michelle Moratelli é nunca tirar do preço e sempre adicionar valor percebido, com um bônus ou uma condição de pagamento e sempre com contrapartida. Desconto frequente ensina o cliente a esperar por ele e enfraquece o posicionamento.

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